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Sereia Louca

Sereia Louca

19
Jul19

Minimalismo não é "deitar fora"

Miss X

No caminho para o minimalismo o que fazer dos excessos existentes?
Abandoná-los de imediato ou aproveitá-los para evitarmos o puro "deitar fora"?
Antes de nos desfazermos dos excessos, há que avaliar primeiro o seu nível de utilitarismo, se precisamos deles e se efectivamente os vamos usar.
Não defendo o radicalismo exacerbado de nos desfazermos imediatamente de tudo o que está em excesso, apenas e só pelo minimalismo.
Há que questionar se, de alguma forma, podemos transformar/reutilizar algo antes de nos desfazermos.
Mas não será isso um contra-senso do minimalismo?
Sim e não.
Sim, porque viver em minimalismo é viver apenas com aquilo que necessitas, nem mais, nem menos.
Não, porque reutilizando e transformando estarás a atribuir outra funcionalidade (reutilizar um copo para colocar lápis, por ex.)

O que não defendo de todo é o puro "deitar fora".

Eis quatro formas de nos libertarmos dos nossos excessos:

1- Dar (amigos, familiares, ...)
2- Doar (instituições, ...)
3- Trocar (se necessitarem de algo que não tenham)
4- Vender

O contentor do lixo será apenas opção para tudo aquilo que esteja inevitavelmente danificado e sempre nos contentores apropriados. 

love-hand-drawn-heart-symbol-outline.pngminimal me, less to be more

13
Jul19

As redes sociais e o circo

Miss X

As redes sociais passaram de um pressuposto inicial de conexão, comunicação e partilha, para os seus antípodas. Tornaram-se em ditaduras de desconexão, falsa comunicação e a recolha em massa de dados pessoais.
Quem não está nas redes sociais não existe e é exactamente isso que anseio, por essa inexistência pacífica sem dramas de faca e alguidar.

Vi-me em situações caricatas de puro absurdo distópico que não quero repetir.

Aliás, deambular pelas redes sociais é cada vez mais como ir ao circo.

Como na Antiga Roma, proporcionam o divertimento necessário para evitar o pensamento crítico, o raciocínio, estupidificando as pessoas.

Há corridas para averiguar quem é o melhor, combates entre gladiadores, acrobacias, animais amestrados, palhaços, malabaristas, ilusionismo, contorcionismo, equilibrismo, engolidores de fogo.

E este Circus Maximus está cada vez mais exótico.

love-hand-drawn-heart-symbol-outline.pngminimal me, less to be more

26
Jun19

Futilosofia e a arte minimalista do batom

Miss X

Pinterest-red-lipstick-kiss.png

O método tradicional:

1-Hidratação, usando um bálsamo;

2-Secar os lábios com um lenço de papel;

3-Aplicar lápis delineador, igual à cor do batom que se vai usar ou o mais parecido possível;

4-Depois do contorno, aplicar o batom.

5-No final, voltar a passar o lápis.

 

O método minimalista:

1-Batom como blush: as melhores cores a utilizar como blush são tons de vermelho, rosa e pêssego/laranja.

2-Batom como sombra de olhos: todas as cores são permitidas e a imaginação é o limite.

3-Batom como corrector de olheiras: os laranjas e os vermelhos anulam os tons azulados e escuros das olheiras. Neste caso, aplicar o corrector usual por cima do batom para um melhor efeito.

4-Batom como iluminador e contorno: utilizar neutros castanhos e nudes. Os tons de castanho para o contorno e os tons mais claros como iluminador.

5-Dois batons uma só cor: batons cujas cores gosto menos misturo-os para criar uma cor mais do meu agrado. Experimento primeiro no pulso a mistura de cores, antes de aplicar. Pode-se aplicar com um pincel para lábios ou aplicar directamente com um batom de cada vez, primeiro o mais claro, depois o mais escuro, ou vice-versa.

6-Batom como lápis delineador.

batom.png@ Imagem: enhancedbyhawwa.com

7-Lápis delineador como batom: neste caso hidratar os lábios, usando um bálsamo.

love-hand-drawn-heart-symbol-outline.pngminimal me, less to be more

24
Jun19

O minimalismo não é um competição

Miss X

O minimalismo foi-se reduzindo cada vez mais.

A um só acto: ao destralhar.

A uma só imagem: a decoração espartana.

Mas a prática do minimalismo contém muitos mais actos e imagens, tantos quantas pessoas habitam o planeta.

O minimalismo vive numa escala de possibilidades em que o expoente máximo é o desapego de tudo o que é excessivo. Se lá chegaremos ou não, não importa. O que importa é dar o primeiro passo em direcção à simplificação. 

O minimalismo não é um competição, nem um requisito para se ser diferente.

O minimalismo tem de fazer sentido nas nossas vidas e para isso, deverá ser praticado ao nosso ritmo, adaptado à nossa vida, de forma prática e realista, integrando-se naturalmente, e nunca como uma imposição.

love-hand-drawn-heart-symbol-outline.pngminimal me, less to be more

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