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Sereia Louca

Sereia Louca

03
Ago20

Proteger o ambiente a praticar o minimalismo

Miss X

pils.jpg@ www.pinterest.pt

O meu processo de minimalismo tem sido longo e assim continuará a ser.

Passos pequenos e firmes têm-me levado até à simplicidade e à tranquilidade que sempre quis ter, cada vez mais longe dos dramas do excessivo e da toxicidade do que não preciso na minha vida.

Purificar e simplificar o templo que me abriga os sonos e o acordar tem sido um processo complexo e não basta organizar e deitar fora. Por isso deixo aqui um apelo relativamente à organização da farmácia pessoal: não deitem os medicamentos no lixo.

Os medicamentos fora de prazo devem sempre ser entregues num contentor de recolha específico, disponível em qualquer farmácia.

 

No contentor podem ser colocados: blisters, frascos, ampolas, cartonagens vazias, folhetos informativos e bisnagas e outros acessórios como colheres, copos, seringas doseadoras de administração, conta gotas, etc.

 

Nunca colocar no contentor: agulhas, seringas, termómetros, aparelhos elétricos ou eletrónicos, material cirúrgico e radiografias.

love-hand-drawn-heart-symbol-outline.pngminimal me, less to be more

22
Jul19

Os pés, já encobertos, deixei de os ver

Miss X

Sou uma minimalista mental.

O espaço físico que me ocupa é ainda barroco, sobrecarregado de rococós, insignificâncias que já foram preciosas, sem um milímetro que baste para a minha personalidade excessiva.

Abro o roupeiro.

Roupas de cortes convictos, umas delitos cometidos, outras arrogantes que a minha pele não tocará e outras tantas que cheiram a liberdade de alfazema.

Atiro-as ao chão.

Piso-as como nadas de pétalas arrancadas e, num grito contido de vazio, a mudez da (des)organização esvai-se, maré viva de tecidos com lua cheia.

Os pés, já encobertos, deixei de os ver.

love-hand-drawn-heart-symbol-outline.pngminimal me, less to be more

19
Jul19

Minimalismo não é "deitar fora"

Miss X

No caminho para o minimalismo o que fazer dos excessos existentes?
Abandoná-los de imediato ou aproveitá-los para evitarmos o puro "deitar fora"?
Antes de nos desfazermos dos excessos, há que avaliar primeiro o seu nível de utilitarismo, se precisamos deles e se efectivamente os vamos usar.
Não defendo o radicalismo exacerbado de nos desfazermos imediatamente de tudo o que está em excesso, apenas e só pelo minimalismo.
Há que questionar se, de alguma forma, podemos transformar/reutilizar algo antes de nos desfazermos.
Mas não será isso um contra-senso do minimalismo?
Sim e não.
Sim, porque viver em minimalismo é viver apenas com aquilo que necessitas, nem mais, nem menos.
Não, porque reutilizando e transformando estarás a atribuir outra funcionalidade (reutilizar um copo para colocar lápis, por ex.)

O que não defendo de todo é o puro "deitar fora".

Eis quatro formas de nos libertarmos dos nossos excessos:

1- Dar (amigos, familiares, ...)
2- Doar (instituições, ...)
3- Trocar (se necessitarem de algo que não tenham)
4- Vender

O contentor do lixo será apenas opção para tudo aquilo que esteja inevitavelmente danificado e sempre nos contentores apropriados. 

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